Não é um romance.
É uma bíblia.
Três mil páginas de intrigas,
luta constante pelo poder econômico
e social, extraordinários personagens nobres,
admiráveis personagens plebeus,
músicos, pintores, escritores, militares,
ensaios auditivos, gustativos e oftalmológicos,
paixões desvairadas, ciúmes jamais descritos de
maneira igual, prostituição, homossexualismo,
taras e violências sexuais as mais variadas,
tudo envolto em angústia insuportável e
poesia irresistível - enquanto o tempo passa
inexoravelmente.
Um livro ciclópico.
Melhor até que a novela das oito.
MILLOR


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